É aquela mania de querer trabalhar o ''emocional'' dos personagens. Muita gente reclamou quando, no ano passado, foi encerrado o primeiro ano de ''The Walking Dead'', alguns diziam que esperavam mais da grande promessa do canal pago AMC, outros se disseram satisfeitos com a primeira, e curta, temporada da série, e acredito que os satisfeitos sejam a grande maioria, afinal a série é um sucesso de critica e audiência.
Com a estréia do segundo ano, as criticas continuam,
muita gente ainda reclama da falta de acontecimentos relevantes ou
pelo menos divertidos na série. É tudo muito devagar, tudo muito
arrastado, longos minutos de silêncio e nesta segunda temporada, a
série anda com uma mania de querer dar carga dramática aos demais
personagens. Será necessário? A gente não queria ver só sangue,
zumbis e gente correndo por suas vidas? Talvez.
Não que a mania de
trabalhar o emocional daquelas pessoas, saber quem são, pra onde vão
e quais suas motivações, seja algo ruim, mas é necessário uma
dose de horror, de emoção, de aventura e de entretenimento. Sumir
com a garotinha coadjuvante do elenco logo na estréia da temporada e
''matar'' o filho do casal de protagonistas não é algo relevante e
muito menos interessante.