Enrico Mars Colatoni, tem a força!
Como pode uma série ser tão, mais tão boa desse jeito?!
Meu deus, me peguei emocionado no meio desse segundo episódio de Flashpoint, tudo foi muito perfeito, diálogos maneiros e inteligentes sem cair no clichê, e cenas de ação (que nem foram tantas) mais que enchem a gente de emoção.
Assim como para toda banda o segundo albúm tem que superar sempre o primeiro, com as séries não é diferente e muito menos com Flashpoint que conseguiu mostrar um episódio o triplo mais bacana que o primeiro.
A trama do segundo episódio se passa num hospital, onde um pai descontrolado (e com razão diga-se de passagem) faz um andar todo de refém, querendo que façam o transplante na filha dele que estava na espera á meses, mais que com o sorteio aleatório do hospital, acaba se tornando a paciente numero 2 da fila de espera.
Após conseguir a arma de um policial do hospital, e assim fazer o andar de refém a equipe do Daddy Mars (Desculpa galera, mais Keith Mars será sempre Keith Mars) é chamada para resolver o problemão.
Depois de muitas negociações, corridas, tiros e emoções a flor da pele, a SRU finaliza mais um trabalho dessa vez com um final feliz.
O episódio chega a ser tocante de tão profundo que é, a trilha sonora não fica devendo nada a belissima trama desenvolvida no episódio e agora mais do quê nunca posso afirmar que Flashpoint é uma série policial diferente porquê faz a conciliação perfeita entre personagens do episódio e os personagens principais, até agora a melhor estréia do mead-season!