Quanto mais ''American
Horror Story'' fica bizarro, mais eu gosto. Acho que Ryan Murphy está
na sua fase mais pertubada e deliciosa de todas, desde os bons tempos
de ''Nip Tuck''. Parece que todo o esforço e empenho que ele vem
tendo com ''AHS'' fica faltando em ''Glee'' que está uma chatisse
sem fim. Mas falando de ''AHS'', é praticamente impossível, um
episódio ruim nessa loucura toda dessa instutição super boazinha e
coerente. Jessica Lange dispensa comentários como a cruel Sister
Jude. Mais um Emmy e Globo de Ouro vindo por aí? Não duvido. A
coisa anda tão maluca que os caras me colocaram até Annie Frankie
(!!) na história que já tem: aliens, serial killers e possessões
demôniacas.
Destaque também para Lily Rabe, que de longe, lembra
aquele espirito chorão que interpretou (com maestria também) na
primeira temporada. Zachary Quinto é outro do elenco regular do
primeiro ano que vem fazendo juz ao destaque que recebeu nessa
temporada. A origem do ''Bloody Face'' pode até não ter sido a das
melhores (abandono de mãe em serial killers é tão clichê) mas
todo o contexto das cenas em que ele dividiu com a também incrivel
Sarah Paulson, foram ótimas. Com destaque para a ''mamada'' da cena
final que arrancou risos de todos que assistiam. Incrivel. Genial.
Adoro quando Ryan Murphy fica pertubado e escreve umas coisas assim.
Imagina a situação que deve ter sido gravar uma cena dessa? Só
American Horror Story mesmo.
PS: e a namorada do
Adam Levine não havia levado um tiro na cabeça? E como o ''Bloddy
Face'' tinha o número dele?